Curso de Radiestesia e Cristais

Ho'oponopono

O termo Radiestesia origina-se do latim (Radius, que significa radiações) e do grego (Aesthesis, que significa sensibilidade) e foi utilizado pela primeira vez pelo abade Bouly em 1929. Portanto, Radiestesia é a sensibilidade à radiação, ou seja, a arte e a ciência de captar as energias. Ciência porque utiliza mecanismos da mente racional, e Arte porque através do inconsciente (instinto e intuição) é que virão as respostas ao nosso consciente por meio de um instrumento muito simples, como o pêndulo.

Como todo o Universo emite energia o pêndulo é capaz de fornecer respostas através do elo estabelecido entre as energias envolvidas em qualquer tipo de consulta. Essas vibrações são conduzidas ao cérebro, ficando por sua vez registradas em nosso inconsciente.

Quando sintonizamos as ondas externas nosso cérebro as capta e envia informações para o nosso inconsciente, que por sua vez emite ondas internas, através da sensibilidade neuromuscular, provocando reações externas em forma de movimentos nos instrumentos usados pela Radiestesia, como o Aurameter, o Pêndulo, a Varinha, o Dual Rod, entre outros.

Assim sendo, os instrumentos radiestésicos funcionam como amplificadores e passam a ser um instrumento prático de conhecimento e autoconhecimento, que a partir de determinados movimentos nos fornecem respostas objetivas e claras a questões de qualquer natureza, tais como o campo energético (áurico) das pessoas, desequilíbrios de chakras, localizações de jazidas, água, pessoas e objetos desaparecidos.