
Tarô Terapêutico (Meet Pramad)

O Tarô Terapêutico pelo método Veet Pramad é uma abordagem de leitura do tarô voltada ao autoconhecimento, à lucidez emocional e à reorganização interior. Diferente de leituras que buscam prever o futuro, este método investiga com profundidade o campo interno da pessoa: seus movimentos emocionais, padrões de repetição, necessidades essenciais e potenciais de transformação.
O método foi criado em 1987 pelo marroquino Enrique Amorós Azpeitia, conhecido pelo nome iniciático Veet Pramad, a partir de sua prática com o tarô e de sua experiência com processos terapêuticos. Sua proposta é clara: usar as cartas como espelhos simbólicos que iluminam tensões, desejos, bloqueios e caminhos que pedem reconhecimento, sempre com responsabilidade pessoal e sem determinismos.
A força deste método está em sua tiragem exclusiva, cuidadosamente estruturada. Cada carta é colocada em um espaço que corresponde a uma pergunta essencial — como “o que está bloqueando?”, “o que falta ser reconhecido?”, “qual é a origem emocional do padrão?”, “que movimento interno favorece mudança?” e “como integrar isso de forma consciente?”
Essa organização torna a leitura precisa, madura e aprofundada, permitindo enxergar tanto o que está visível quanto o que permanece silencioso na camada emocional. Por ser uma leitura emocionalmente sensível, o método exige preparo técnico. A sessão deve ser conduzida por alguém formado tanto na linguagem do tarô quanto no próprio método de Veet Pramad, garantindo ética, profundidade e coerência com a proposta original.
O Tarô Terapêutico é especialmente útil para quem vive momentos de transição, sente repetição de padrões, enfrenta dúvidas internas, percebe estagnação emocional ou deseja entender com clareza o que está se movendo em seu campo. A leitura oferece presença, serenidade e direção — não impondo caminhos, mas ajudando a reconhecer onde está a força e onde está a dor que precisa ser acolhida.
No método Veet Pramad, cada compreensão nasce de dentro. As cartas apenas abrem o espaço; o processo é da pessoa. E é justamente essa combinação de profundidade, simplicidade e estrutura que torna a experiência tão transformadora.
