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Tarô Tikal

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Estar diante do Tarô Tikal é como abrir um portal para as pirâmides imersas na selva maia: cada lâmina foi concebida a partir de esboços feitos em 1972 entre os templos de Tikal, na Guatemala, e reúne glifos, estelas e figuras que preservam a cosmovisão desse povo ancestral. O artista neozelandês Peter Balin captou esses símbolos e pintou, quase sem parar por três meses, as 78 cartas que viriam a ser impressas em 1976, mantendo o tamanho generoso e as cores vívidas de sua obra original. As primeiras cartas dos Arcanos Maiores reproduzem personagens entalhados no Lintel III de Tikal; os hieróglifos que margeiam as cenas foram copiados de estelas 1, 26 e 31, conferindo autenticidade arqueológica e força ritual a cada imagem. O próprio nome Xultun, escolhido em vez de “Tarô Balin”, remete a um sítio próximo que significa “depósito”: tal qual as cisternas maias que guardavam água e sementes, o baralho converte‑se em repositório de luz e sombra, guardando histórias do passado e potenciais do futuro.

Durante a leitura, o consultante formula sua intenção enquanto as cartas são dispostas em mandalas que refletem o ciclo maia de 20 dias ou na tradicional Cruz Maia, método que evidencia corpo, mente, espírito e o “tempo fora do tempo” - conceito central para essa cultura. Símbolos como a Serpente Emplumada unem céu e terra para falar de renascimentos, o Jaguar governa passagens de poder e coragem, e o Ceiba, árvore sagrada, indica conexões entre mundos interno e externo. As combinações revelam onde antigas programações pedem liberação, quais alianças podem florescer e em que ponto da espiral evolutiva o consulente se encontra. Sugestões práticas acompanham cada insight: rituais de gratidão à natureza, meditações ao nascer do sol ou pequenos atos de reciprocidade que honrem a comunidade - princípios caros aos maias.

O Tarô Tikal não se limita a prever: ele ensina a dialogar com as forças da selva interior, lembrando que todo caminho de sabedoria pede presença, respeito pelos ciclos e coragem para ascender os degraus do próprio templo.

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